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Mas que não será hoje.

Essa oração não foi escrita por mim, ela veio através de mim:

Hoje o único compromisso será com o próximo passo e o empenho de que ele me encaminhe para um caminho de bem estar e de paz.

Que eu seja parte da paz deste mundo, vivendo meu caminho em plenitude, em prosperidade e abundancia, minha e de meus arredores.

Que eu viva o perdão, começando por perdoar minhas próprias faltas e buscando reparar aqueles que ofendi.

Que eu veja em mim e nas lacunas do meu ser tudo aquilo que pode ser melhorado, movido pelo amor e vivendo na crença de que se pode ser melhor.

Amém

O que é solitude e o que é solidāo…

A meu respeito

Meu apartamento tem dois quartos e dois banheiros. Moro só e, por conta de rotina e outros motivos acabo por frequentar apenas uma parte do meu apartamento que sem lembrar, nem de longe, uma mansão, ainda assim tem aquela folga de espaço que, como a nossa camiseta de dormir favorita, deve ter.

O banheiro do meu quarto é um desses lugares pouco frequentados. Dou preferencia social, que por causa da faxina sazonal, as vezes fica prejudicada para ser apresentada a visitas, por exemplo. Semanas passam sem que eu sequer entre nele: apenas em situações de casa cheia, namorada, amiga ou sogra que, de passagem, precise usar o banheiro. Sua presença como “segundo banheiro” garante um lugar limpo para uso, ainda que bem empoeirado.

Talvez esses lugares sejam parte da minha tradução como pessoa, lugares que pouco frequento, empoeirados, dizem muito a meu respeito mas não me definem em sua totalidade. Vivo largando fragmentos empoeirados por ai.

A princípio

A princípio eram as histórias e o prazer de angariár as informações, entende-las sob uma ordem razoávelmente simples e depois contar a história.

E segue entendendo pelos livros, o caminho das letras.

Um dos primeiros e poucos serviços de nuvem que eu adotei, depois do Gmail é claro, foi o Google notebook. O ano era 2006 eu acho e, já naqueles dias, o acesso ao Google Docs era bloqueado na empresa para qual trabalho.

Não necessitaria de nada complicado e, considerando os por mim recém descobertos plugins do firefox, a coisa se tornava atraente.

E no farto tempo vago, em tempos de firefox 2.6 e StumbleUpon, que uso até hoje, seguia eu colecionando links e textos para mim interessantes. Bastava clicar com o botão direito do mouse e voilá, para o notebook. Me sentia e ainda hoje me sinto, um Hemingway com minha Moleskine, diretamente das ilhas Galápagos.

Fui assim alimentando esta caixa de pandora, registrando coisas que batiam com minhas preferências da ocasião, meteorologia ou humor. Links da maré do StumbleUpon batiam nos costados, sugestões de amigos, meus pensamentos desconexos e muita midia e memes da internet. Estava, sem saber, criando enfim uma capsula do tempo que foi abortada quando, no firefox 3, o plugin desgraçadamente deixou de funcionar. Optei temporáriamente pelo acesso web, esperando a atualização do plugin….que nunca veio.

E assim esse baú foi sendo fechado, pouco acessado como era, acabando por se, não esquecido, mas deixado de lado.

Tempos depois, noticias do goole. A empresa anunciava o encerramento de novas features ao projeto, o foco da empresa seria o de estimular e focalizar recursos e marketing em torno do Google Docs – que meu empregador teima em bloquear. Desisti, meio triste, mas não esqueci do tempo que passei utilizando o serviço.

Mais tempo e eu dou de cara com um daqueles links suspeitíssimos, daqueles que requerem coragem de acessar; Nem tanto assim, mais ainda que eu ja tenha tempo de avô na web, 1994 pra ser mais extato, passei algum tempo criando coragem para instalar o dito.

Coragem e inconsequencia (saudade dos tremas), são primas e resolvi abraçar a segunda instalando o dito no computador do trabalho, já que a rede de lá e diferente da de cá, com seus firewalls e proxies e subredes e mais o que não sei.

E foi bom, ótimo, sensacional. Abri a tão dita capsula do tempo, recordei minha afeição pelas palavras. Em trabalhá-las, lapidando as idéias e simplificando seus caminhos.

Abrindo os baús….

Não é possível ter histórias pra contar sem passear.

Assim foram as semanas, meses e/ou o ano em que eu já li Musashi e outros tantos livros. Fui a alguns lugares, visitei e conheci pessoas.

Foram meses que fui lá fora, em lugares que eu enxergo mas me vejo

Agora, ao retornar vou assim, galhardamente, me traduzindo em palavras e novidades fotográficas.

“Mas não tinha vontade?”

Vontade me sobrava, mas não momentum.

E retorno assim, cheio de jet-lag emocional em um taxi confuso e cheio de malas. Roupas pra passar, casa para limpar daquilo que já não me serve mais. Seja o que eu trouxe ou o que ficou por aqui.

O fio dos passarinhos, ainda é sobre cores e tons de um caminho particular, mudanças vem e vão, volto pra contar as minhas

Volta de ferias

Ausente da montoeira de novidades naquilo que não muda.
Bom voltar também.

Tempo de teste

E vamos assim: testa telefone, testa disco novo e ve se funciona.

Em breve acho que testarei postar de um cacho de uva ou algo assim.

Cacho de uva? Outrora postar de um telefone seria muito improvavel.

Impossivel?

So falta conteudo e as tais uvas.

testando

Testando a publicacao diretamente do celular. Ta tudo certo? So saberei amanha.

For now? So dormir mesmo que ja ta muito bom!

Update: funcionou!!!..

Cinismo é assim…

Voltar pra casa como um folião depois do carnaval, passou por poucas e boas e, tempos depois de já finda a festa, volta para casa como se absolutamente nada tivesse acontecido.

Chega a sugerir desconhecer o porquê dessa dor de cabeça que insiste em martelar os miolos

Update: depois de “décadas” sem postar volta com ímpeto de postar uma vez por minuto….vai saber se isso é fogo de palha?

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